Cidadãos do norte e nordeste do país estão sofrendo com as fortes chuvas que vem causando caos em seus munícipios. Caso muito parecido com o que aconteceu em Santa Catarina ano passado. Naquele momento o apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional foi apresentar diretamente do local da tragédia o jornal mais visto do Brasil. O país se mobilizou, toda a mídia se mobilizou. A Rede Record criou uma conta para arrecadar fundos, no sentido de ajudar o Estado a reconstruir a vida das vitímas e os brasileiros se mostraram solidários.Que maravilha! Isso foi ótimo. Mas porque me parece que o mesmo não acontece com as vitímas do norte e nordeste? Porque William Bonner não apresenta o mais importante telejornal do país do norte ou nordeste? Não precisa muito não, porque não dedica mais espaço para reportagens maiores?

O que estou vendo não só na GLOBO, mas em outras emissoras, são matérias de 2 ou 3 minutos para contar o que está acontecendo em Estados do norte e nordeste, um verdadeiro resumão. Será que isso é suficiente?

Não é novidade nenhuma para nós, nordestinos o tratamente diferenciado que a mídia faz em diversos aspectos,  mas quando se trata de tragédias, as dores, angústias, medos e sofrimentos são os mesmos, desta forma pressupõe o mesmo tratamento.

 

 

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passará por mudanças. O comitê que discute e elabora as diretrizes do novo Enem definiu que as quatro formas de participação das universidades serão as seguintes:

1- usar o Enem como prova única para a seleção de ingresso;

2- substituir apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem;

3- combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional. Nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva;

4- usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.

 
De fato, com o vestibular unificado findará a exaustiva maratona imposta por cursinhos, onde chegam às dezenas o número de módulos e aulas especiais voltadas para este ou aquele vestibular. Mas nem todos concordam que ele trará menos sobrecarga.

E vocês? Concordam que o ENEM seja utilizado como método avaliativo em todas as Universidades Federais do país?

Você é um usuário assíduo do Orkut? Pois saiba que a quantidade de acessos do serviço caiu absurdamente nos últimos meses e hoje, não chega a 500 mil usuários ativos por mês. Muito pouco se comparado ao Facebook que, no último mês, chegou à marca de 68 milhões de usuários únicos.

Outra comunidade que vem caminhando a passos largos nos últimos meses é o Twitter. No ano passado, o serviço de microblogging aumentou sua popularidade em 1.382%, passando de 475 mil visitas em fevereiro de 2008 para mais de 7 milhões no mês passado. Assim, segundo dados da Nielsen, o site conseguiu mais um feito notável: foi a rede social que mais cresceu em 2008, seguida pela Zimbio, com 240% e Facebook, com 224%.

Fonte: Olha Digital

“A tecnologia está moldando uma geração de crianças incapazes de pensar por si próprias ou apáticas com os outros”. Quem faz essa afirmação é a neurocientista Susan Greenfield, pesquisadora da Universidade de Oxford e membro da Câmara dos Lordes, a câmara alta do parlamento do Reino Unido.

Segundo Greenfield, navegar em excesso por redes sociais, como Facebook, MySpace e Orkut, pode fazer o cérebro regredir, pois a exposição repetida a flashes de imagens em programas de TV, jogos de videogame ou redes sociais pode infantilizar o cérebro, tornando-o similar ao de uma criança pequena, que se atrai por manifestações sonoras e luminosas.

De forma simples, o que a neurocientista prega é que quanto mais uma criança navegar por redes sociais ou jogar os games de PC ou consoles, menos tempo há para a aprendizagem de fatos específicos e para trabalhar a forma como estes elementos se relacionam entre si. “Eles estão destinados a perder a consciência de quem e o que eles são: não alguém, ou qualquer pessoa, mas ninguém”, diz.

Greenfield acredita que as mentes das novas gerações estão se desenvolvendo de maneira diferente das de gerações anteriores. “O cérebro”, diz ela, “tem plasticidade: é requintadamente maleável, e uma alteração significativa em nosso meio ambiente e comportamento traz conseqüências”.

Segundo a neurologista, sua principal preocupação é como os jogos de computador poderiam realçar o que ela chama de “processo” sobre o “conteúdo” – o método sobre o sentido – na atividade mental.

Ela expõe um catálogo de repercussões que levariam o usuário a ter dificuldades de desempenhar tarefas no mundo real, especialmente aquelas que exigem mais tempo de concentração, como um declínio na imaginação linguística e visual; atrofia da criatividade; e falta dos verbos e das estruturas essenciais para condicionar um pensamento complexo.

Embora não haja provas concretas de que as redes sociais infantilizam seus usuários, Susan Greenfield sustenta que a ciência já provou que o ambiente pode influenciar a maneira como o cérebro funciona e que a tecnologia está influenciando a forma como as pessoas pensam no século 21.

Fonte: Olha Digital

Tecnologia de ponta garante segurança e praticidade para o novo documento

 

Você sabia que sua Carteira de Identidade vai mudar? Ao longo de 2009, os órgãos emissores do documento passarão a disponibilizar o RIC – Registro Único de Identidade Civil. Muito mais seguro e tecnológico, o RIC traz um chip, igual ao dos cartões de banco, que guarda várias informações. Não só o seu biotipo (digitais, altura, cor dos olhos etc) mas também número de outros documentos (CPF, título de eleitor, carteira de habilitação e de trabalho) estarão reunidos em um mesmo lugar.

 

Fonte: Olha Digital

Oi galera!!!

Quem tiver interessado em alguém para reformar sua casa ou qualquer outro trabalho desta natureza procure Reizinho.

Ligue: (71) 9901-2121 ou (71) 8820-6727.

Ou entre em seu BLOG para conferir seus trabalhos…

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Valeu!!!!

A diminuição das geleiras do Chile, concentradas principalmente em duas grandes massas de gelo na Patagônia, é um efeito patente do aquecimento global e uma ameaça para essas importantes reservas de água doce localizadas no extremo-sul do continente americano.

Um recente estudo da DGA (Direção Geral de Águas), que considerou medições entre 1986 e 2007, determinou que diminuíram de tamanho 20 dos 23 glaciares analisados na zona do Campo de Gelo Sul, a terceira maior concentração de gelo no planeta, atrás de Antártica e Groenlândia.

“A diminuição das precipitações, registrada em diversas estações meteorológicas na Patagônia, e o aumento da temperatura regional perto de 1°C no século passado levaram a um retrocesso frontal dos glaciares que superou, em alguns casos, os 580 metros por ano”, alertou o estudo.

“O retrocesso dos glaciares é um dos temas mais relevantes do aquecimento global porque é ali que a mudança climática fica mais evidente”, explicou o glaciologista Andrés Rivera, do CECS (Centro de Estudos Científicos de Valdívia).

Embora esse processo tenha aumentado nas últimas décadas com as paredes de gelo se adelgaçando, a diminuição das geleiras “não é algo novo”, esclareceu Rivera, acrescentando que esse processo se iniciou há mais de um século.

Segundo o relatório da DGA, entre os anos 1986 e 2001, os glaciares retrocederam uma média de 67 metros por ano, enquanto que essa taxa foi de 45 metros, no período 2001-2007. A geleira que mais diminuiu de tamanho foi a Jorge Montt, que perdeu 11 km e mais de 40 km2 de superfície em 21 anos, acrescentou o estudo.

Os resultados do informe da DGA, elaborado com base em imagens de satélite, foram classificados como “preocupantes” pelo chefe desse órgão.

“O depósito dos glaciares em água doce representa a forma como se pode continuar existindo até por mais de 100 anos. As cidades e a agricultura vão continuar crescendo e vai chegar uma hora em que (as geleiras) serão as fontes de água doce para a população”, completou.

Em contrapartida, sem que haja até agora uma explicação sobre esse fenômeno, o glaciar Pio XI, o maior do Campo de Gelo Sul, é o único que continua crescendo.

“Até o verão (austral) de 2008, o Pio XI está avançando”, afirmou Rivera. O mesmo acontece com o Perito Moreno, do lado argentino. “Esses dois exemplos são anomalias, as únicas exceções nesse contexto regional de forte retrocesso e afinamento (das paredes de gelo)”, insistiu o cientista.

Fonte: Diário do Grande ABC – SP

Oi galera!!!

Veja a lista das primeiras cidades da Bahia a receber o sinal digital !

Lauro de Freitas

Camaçari

Mata de São João

São Sebastião do Passé

Candeias

São Francisco do Conde

Santo Amaro

Madre de Deus

Salinas da Margarida

Itaparica

Vera Cruz

Jaguaripe

Aratuípe

Nazaré das Farinhas

Muniz Ferreira

Dias D`Ávila

Maragogipe

Muritiba.

A partir do segundo semestre do próximo ano, o sinal digital alcançará outros municípios!

Valeu !

BjOs !

Fabiana Batista (FB)

Na terça-feira, a TV aberta digital faz um ano no Brasil. Ela chega a seu primeiro aniversário ainda incompleta e vista por poucos. O software de interatividade Ginga, único componente genuinamente local do padrão que foi chamado de nipobrasileiro, ainda não está disponível oficialmente. A multiprogramação, possibilidade de se transmitir mais de um programa num único canal, ainda precisa ser regulamentada, segundo o Ministério das Comunicações.

Só seis cidades têm o sinal, e apenas São Paulo, onde o sistema estreou, está com todos canais no ar.

Para Frederico Nogueira, presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), a TV digital teve êxito em seu primeiro ano. “Temos mais conteúdo em alta definição hoje e os preços dos equipamentos estão caindo assustadoramente”, disse Nogueira. Houve mesmo avanços durante o último ano. Não havia celulares que recebiam sinal de TV aberta digital no fim de 2007 e agora eles estão no mercado. Na época, o conversor (equipamento que permite receber o sinal digital em televisores analógicos) mais barato custava R$ 500. Hoje, sai por R$ 290.

A tecnologia, no entanto, ainda é para poucos. O próprio fórum projeta chegar a 645 mil espectadores de TV digital em todo o País este ano, com a venda de 150 mil receptores fixos (conversores e televisores com receptor embutido) e 150 mil móveis (celulares, aparelhos portáteis e receptores USB para computadores).

“Não vamos querer criar uma cultura de TV digital em um ano”, disse o presidente.

Umdos problemas da TV digital até agora é que pouca gente sabe o que mudou. Em 2006, quando as emissoras defenderam o sistema japonês ISDB, que acabou adotado no País, o principal objetivo delas era ter a alta definição, que garante uma qualidade de imagem seis vezes melhor do que os aparelhos convencionais, analógicos. Por isso, a TV digital, principalmente no ponto de venda, acabou sendo associada aos televisores de tela grande, de LCD ou plasma, acessíveis a uma parcela restrita dos consumidores, de alta renda. E o que é pior: a uma parcela dos consumidores que é cliente das empresas de TV por assinatura. A TV aberta de alta definição acabou se tornando um produto para um consumidor que não existe.

A TV digital traz vantagens para pessoas de renda mais baixa.

Uma delas é a possibilidade de melhorar a qualidade da imagem recebida na TV de tubo, em lugares com problemas de recepção, mas esse recurso é pouco mostrado quando o consumidor visita o varejo, mais interessado em vender televisores grandes. Esse cenário pode mudar com a chegada ao mercado de telas menores com receptor embutido. “A TV com receptor pode se tornar um produto mais importante que o conversor”, apontou José Roberto Campos, vice-presidente-executivo da Samsung.

O celular com TV digital é um objeto de desejo, mas ainda caro, com preço a partir de R$ 900, sem subsídios. A mobilidade é um recurso fácil de o consumidor entender e enxergar valor, mais que a alta definição. Os preços estão caindo. Nogueira, que também é vice-presidente da Bandeirantes, defende que, com o tempo, as emissoras passem a transmitir um conteúdo diferente no sinal recebido pelos celulares, que não é o mesmo da televisão, apesar de trafegar no mesmo canal.

R$ 290 é o valor médio atual do conversor, equipamento que permite receber o sinal digital em televisores analógicos. A redução no custo do aparelho, que custava R$ 500, é um dos poucos avanços.

Fonte: RENATO CRUZ
Agência Estado, São Paulo

A TV Bahia - emissora da Rede Bahia de Televisão, afiliada da Globo – insere Salvador, neste mês de dezembro, na era da TV digital, considerada a maior revolução do meio de comunicação desde o padrão em cores.

Já foram investidos R$ 8 milhões no projeto e, nos próximos cinco anos, a Rede Bahia de Televisão ainda empregará mais R$ 32 milhões para levar a cobertura digital a todo o interior do Estado, por meio das suas outras cinco emissoras.

Salvador é a primeira cidade do Norte e Nordeste a receber a tecnologia. Aliada à altíssima resolução de som e imagem, que ganha uma excelente qualidade sobre o sistema analógico atual, a TV digital possibilitará novos recursos de mobilidade e portabilidade.

Uma série de equipamentos e dispositivos de recepção portáteis, como minitelevisores, pen TVs para computadores, celulares e TVs de bolso permitirão que as pessoas assistam TV em locais que hoje não são habituais, como automóveis, ônibus e praias.

“A idéia da TV móvel é integrar todas as pessoas que estão fora de casa à audiência. É uma forma de universalizar a televisão, dar acesso a todos e em qualquer lugar”, frisa Antonio Paoli, diretor de Tecnologia da Rede Bahia. 

Paoli também chama atenção para a gratuidade da TV móvel. “A recepção do canal nos dispositivos móveis é inteiramente grátis. Na era digital, a TV aberta continuará a ser o único meio de entretenimento livre, aberto e gratuito do país”, diz.

Quanto aos aparelhos adequados para receber o sinal digital em casa, Paoli explica: o primeiro passo é ter uma antena UHF instalada em casa ou no prédio. Quem tiver um televisor convencional analógico, acima de 14 polegadas, ou aparelhos de plasma ou LCD, deve adquirir um conversor digital. Os aparelhos full HD (high definition), que estão chegando ao mercado, são os mais recomendáveis e não necessitam de conversor de imagem.

Até janeiro, a TV Bahia oferecerá um recurso até então disponível somente nos canais de TV por assinatura, o EPG (Guia de Programação Eletrônica). Com isso, o telespectador terá acesso a sinopses e conteúdo completo da programação do dia.

Entre as aplicações da TV digital ainda em estudo e desenvolvimento no país estão as ferramentas do campo da interatividade. Por exemplo, será possível ver diferentes ângulos de câmera de uma mesma cena ou a partir de um toque no controle remoto ter acesso a todas as informações sobre os times em campo durante a transmissão de um jogo de futebol. 

Entenda a tecnologia- São muitas as dúvidas ao redor de toda nova tecnologia. Na essência, o que muda com a TV digital é a transmissão ao receptor, que antes era no padrão analógico e agora passa a ser digital.

“Vale frisar que o padrão digital é brasileiro, construído com base no padrão japonês criado em 2001 e aperfeiçoado até 2007. Hoje é considerado um dos melhores do mundo”, destaca Paoli.

No modo analógico, as ondas de transmissão são suscetíveis a diversos tipos de interferências, responsáveis por ocasionar os conhecidos chuviscos na imagem, ruídos, fantasmas. Já no digital, a imagem é transformada em códigos numéricos, algo semelhante à transmissão de dados por computador, fato que impede qualquer tipo de interferência. Ou seja, no digital só existem duas opções: ou a imagem chega perfeita ou não chega.

De acordo com a Anatel, o prazo para a substituição do sistema analógico pelo digital em todo o país é 2016. Até lá, os dois sistemas operarão simultaneamente e quem não quiser trocar de aparelho ou adquirir o conversor vai poder continuar a assistir à TV Bahia como sempre, sem nenhuma modificação.

Dúvidas e mercado- Para informar ao público sobre a nova fase da televisão, a TV Bahia investiu numa ampla campanha de comunicação. “Propaganda, conteúdo jornalístico, eventos, internet e canais diretos com o telespectador estão envolvidos no projeto de divulgação da TV digital”, salienta Alessandra Franco, gerente de marketing e programação da TV Bahia.

O primeiro passo é a veiculação de dois VTs produzidos pela Rede Globo, estrelados pelos atores mirins Bruna Marquezini e David Lucas, que exemplificam as vantagens da TV digital. O esforço de mídia se completa com anúncios no jornal Correio, em revistas do trade publicitário, além de veiculação dos VTs em salas de cinemas de Salvador.

Também será instalado em um grande shopping da cidade um estande demonstrativo com televisores e dispositivos aptos a receber o sinal digital e distribuição de folders informativos.

Já os programas produzidos pela TV Bahia – Aprovado!, Bahia Esporte, Mosaico Baiano, Rede Bahia Revista e telejornais – estarão envolvidos no chamado cross conteúdo. Todos eles veicularão matérias sobre o tema produzidas de acordo com a linguagem e público-alvo de cada programa.

Quem quiser obter informações sobre a TV digital já tem dois meios à disposição: o CAT (Central de Atendimento ao Telespectador), que funciona de segunda a sexta das 8h às 18h, através do número 3330-3003; e o site www.tvbahia.com.br/digital

Evento para publicitários- No dia 2 de dezembro, convidados do mercado publicitário baiano participarão do Workshop de TV Digital da TV Bahia, no Bahia Othon Palace, das 14h às 17h.

Quatro representantes da Rede Globo – Ricardo Esturaro, da Central Globo de Marketing, Celso Araújo, da Central Globo de Produção, Arthur Vilella, da Central Globo de Engenharia e Francisco Viard, da área de Operações Comerciais – discorrerão sobre temas como o impacto da TV digital no mercado publicitário e nas produções televisivas.

Fonte: Ibahia